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2019-08-10
 

107 ANOS - FUNDADA 10 DE AGOSTO DE 1912

107 ANOS - FUNDADA 10 DE AGOSTO DE 1912

 

A Associação de Futebol do Porto é uma Instituição Desportiva de Utilidade Pública que coordena e fomenta a propaganda e o desenvolvimento do futebol, em todas as suas variantes, no Distrito do Porto.

Fundada oficialmente no dia 10 de Agosto de 1912 por ação do Futebol Clube do Porto e do Leixões Sport Clube, imediatamente teve a filiação de muitos outros, inclusive, até de Clubes de outros Distritos.

É a maior Associação Distrital de Futebol do país englobando um universo de 340 Clubes, cerca de 36000 Atletas (dos quais 27000 pertencem ao Futebol e Futsal Juvenil), um movimento na ordem dos 26000 jogos por Época, um número de Árbitros à volta dos 850 e organiza, anualmente, 40 Provas Ordinárias e 18 Provas Extraordinárias. de Futebol e Futsal

A Jurisdição da Associação de Futebol do Porto estende-se pelos dezoito Concelhos que compõem o Distrito do Porto: Amarante, Baião, Felgueiras, Gondomar, Lousada, Maia, Marco de Canaveses, Matosinhos, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Porto, Póvoa de Varzim, Santo Tirso, Trofa, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia.

Os Órgãos Sociais da Associação de Futebol do Porto são sete: Assembleia Geral, Direção, Conselho Fiscal, Conselho de Justiça, Conselho de Disciplina, Conselho Técnico, Conselho de Arbitragem. Tem ainda como Órgãos consultivos: o Conselho Geral e sete Comissões para o estudo desenvolvimento do Futebol Distrital e um Provedor Desportivo.

Entre outras honrarias, à Associação de Futebol do Porto foi atribuída a Medalha de Mérito Desportivo e Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique - da Presidência da República, a Cruz Vermelha de Mérito, a Medalha de Ouro de Mérito Desportivo da Câmara Municipal do Porto, a Medalha de Mérito Desportivo do Ministério da Educação, a Medalha de Benfeitor do lar do Comércio. Desde sempre, a Associação de Futebol do Porto, tem procurado apoiar os Clubes seus Filiados, promover o desenvolvimento do Futebol em geral e, com especial carinho, do Futebol Jovem, contribuindo, assim, para o engrandecimento do Futebol Português e, procurando manter uma intervenção social marcante. A preocupação com a formação dos agentes desportivos já vem de longe e a ação ímpar que tem sido desenvolvida pela Associação de Futebol do Porto tornou-a conhecida como uma verdadeira Escola Superior de Formação. Tem como princípios fundamentais: promover, regulamentar e dirigir a prática do futebol em todas as variantes; estabelecer relações com os clubes filiados e associações congéneres assegurando a filiação na Federação Portuguesa de Futebol; representar o Futebol Distrital.

A sabedoria da nossa gente avisa que “mais vale prevenir que remediar” e é por essa via que temos de enveredar para impedir comportamentos desviantes graças à prática do desporto, que constitua uma ocupação dos tempos livres, garanta uma mente sã num corpo são, como preconizava o poeta juvenal, e impeça a exclusão social ou a marginalização degradante, como vem clamando o senhor Presidente da República.

Todavia este projeto não poderá ser levado à prática somente pela Associação, pois implica a colaboração de outras Entidades, sobretudo as Autarquias, que têm sob a sua alçada as infraestruturas e que poderão ter um papel fundamental na sobrevivência dos próprios organismos desportivos – os Clubes (licenças, instalações, vistoria, etc.).

Quanto fica dito não impede que dispensemos especiais cuidados à formação e valorização dos responsáveis pelos diversos Pelouros Desportivos:

- procurando iniciar paulatinamente no dirigismo todos quantos evidenciam qualidades de chefia, dotes de inteligência e vigor psíquico que se afirmem espontaneamente sem arrogâncias descabidas nem tibiezas entorpecedoras;

- incrementando a formação e aperfeiçoamento dos treinadores, para que sejam capazes de desempenhar a dupla função de ensinar os segredos do desporto e, ao mesmo tempo, incutir nos que lhes estão confiados o sentido do dever, do sacrifício, da humildade na hora do triunfo, bem como o da fortaleza no momento do infortúnio; 

- atraindo os elementos idóneos para juízes das pugnas desportivas, olhando à sua envergadura moral, ajuizando da dose indispensável de bom senso, avaliando a sua tendência para uma conduta de exigente prudência, de segurança e de gosto pelo estudo das leis que regem o desporto a que se destinam; 

- solicitando a colaboração de todos aqueles sem cuja presença dificilmente se efetuariam as manifestações desportivas, pessoas aparentemente anónimas, mas indispensáveis para a existência das competições.

 

 

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