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Sobre a Instituição

A Associação de Futebol do Porto é uma Instituição Desportiva de Utilidade Pública que coordena e fomenta a propaganda e o desenvolvimento do futebol, em todas as suas variantes, no Distrito do Porto.

Fundada oficialmente no dia 10 de Agosto de 1912 por ação do Futebol Clube do Porto e do Leixões Sport Clube, imediatamente teve a filiação de muitos outros, inclusive, até de Clubes de outros Distritos.

É a maior Associação Distrital de Futebol do país englobando um universo de 340 Clubes, cerca de 19.796 Atletas (dos quais 13.018 pertencem ao Futebol Juvenil), um movimento na ordem dos 12.800 jogos por Época, um número de Árbitros à volta dos 750 e organiza, anualmente, 25 Provas Ordinárias e 11 Provas Extraordinárias.

A Jurisdição da Associação de Futebol do Porto estende-se pelos dezoito Concelhos que compõem o Distrito do Porto: Amarante, Baião, Felgueiras, Gondomar, Lousada, Maia, Marco de Canaveses, Matosinhos, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Porto, Póvoa de Varzim, Santo Tirso, Trofa, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia.  Os Órgãos Sociais da Associação de Futebol do Porto são sete: Assembleia Geral, Direção, Conselho Fiscal, Conselho de Justiça, Conselho de Disciplina, Conselho Técnico, Conselho de Arbitragem. Tem ainda como Órgãos consultivos: o Conselho Geral e sete Comissões para o estudo e desenvolvimento do Futebol Distrital.
Entre outras honrarias, à Associação de Futebol do Porto foi atribuída a Medalha de Mérito Desportivo e Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique - da Presidência da República, a Cruz Vermelha de Mérito, a Medalha de Ouro de Mérito Desportivo da Câmara Municipal do Porto, a Medalha de Mérito Desportivo do Ministério da Educação, a Medalha de Benfeitor do lar do Comércio. Desde sempre, a Associação de Futebol do Porto, tem procurado apoiar os Clubes seus Filiados, promover o desenvolvimento do Futebol em geral e, com especial carinho, do Futebol Jovem, contribuindo, assim, para o engrandecimento do Futebol Português e, procurando manter uma intervenção social marcante. A preocupação com a formação dos agentes desportivos já vem de longe e a ação ímpar que tem sido desenvolvida pela Associação de Futebol do Porto tornou-a conhecida como uma verdadeira Escola Superior de Formação. Tem como princípios fundamentais: promover, regulamentar e dirigir a prática do futebol em todas as variantes; estabelecer relações com os clubes filiados e associações congéneres assegurando a filiação na Federação Portuguesa de Futebol; representar o Futebol Distrital.
A sabedoria da nossa gente avisa que “mais vale prevenir que remediar” e é por essa via que temos de enveredar para impedir comportamentos desviantes graças à prática do desporto, que constitua uma ocupação dos tempos livres, garanta uma mente sã num corpo são, como preconizava o poeta juvenal, e impeça a exclusão social ou a marginalização degradante, como vem clamando o senhor Presidente da República.
Todavia este projeto não poderá ser levado à prática somente pela Associação, pois implica a colaboração de outras Entidades, sobretudo as Autarquias, que têm sob a sua alçada as infraestruturas e que poderão ter um papel fundamental na sobrevivência dos próprios organismos desportivos – os Clubes (licenças, instalações, vistoria, etc.).


Quanto fica dito não impede que dispensemos especiais cuidados à formação e valorização dos responsáveis pelos diversos Pelouros Desportivos:


          - procurando iniciar paulatinamente no dirigismo todos quantos evidenciam qualidades de chefia, dotes de inteligência e vigor psíquico que se afirmem espontaneamente sem arrogâncias descabidas nem tibiezas entorpecedoras;


           - incrementando a formação e aperfeiçoamento dos treinadores, para que sejam capazes de desempenhar a dupla função de ensinar os segredos do desporto e, ao mesmo tempo, incutir nos que lhes estão confiados o sentido do dever, do sacrifício, da humildade na hora do triunfo, bem como o da fortaleza no momento do infortúnio;


           - atraindo os elementos idóneos para juízes das pugnas desportivas, olhando à sua envergadura moral, ajuizando da dose indispensável de bom senso, avaliando a sua tendência para uma conduta de exigente prudência, de segurança e de gosto pelo estudo das leis que regem o desporto a que se destinam;


          -  solicitando a colaboração de todos aqueles sem cuja presença dificilmente se efetuariam as manifestações desportivas, pessoas aparentemente anódinas, mas indispensáveis para a existência das competições.